Esses momentos de desinspiração (ou... 'desentusiasmo'?...) são inevitáveis e mais ou menos cíclicos, acho, pelo menos comigo. A ideia de carácter faz todo o sentido e está mais do que presente no teu trabalho. Tantas e tantas vezes a fotografia de concerto cai nos mesmos lugares-comuns (é natural, dadas as restrições de tempo e espaço que estão sempre presentes) e o que a salva e torna interessante é isso, o carácter - o "mostrar os dentes". Ir mais fundo, não captar só a superfície. Acho que não tens esse problema, Vera 🙂
"Tento ser constante na minha partilha de fotografias e arrumada nos meus arquivos" - ando a pensar muito em arquivos ultimamente (recomecei a digitalizar negativos, ainda de 2003...) Estou a pensar alinhavar um post com o método que uso - talvez sirva como ponte para uma troca de ideias sobre outras formas de arquivar e organizar. É um lado menos visível e glamoroso da fotografia, mas tão importante...
queria era sentir mais entusiasmo pelo mundo! ahhahaah!
tenho visto os teus apontamentos temáticos ao longo dos anos por aqui!
e sim, arquivo, organização, partilha, e o que pode ser esse arquivo sem que seja um sofrimento revê-lo… é mesmo um ASSUNTO. com a cena do digital a malta afunda-se em centenas (até milhares) de ficheiros nos quais não tocam. e digo ficheiros porque é isso.. se não olhas para eles, se não passam do cartão-computador-biblioteca do lightroom ou outro software de eleição, nunca viram fotografias. :)
Da próxima vez que estiver com a Francisca Cortesão diga-lhe por favor que há um campónio analfabeto que a admira muito. Se isto não for motivo para um artista continuar a trabalhar, não sei o que será...
Esses momentos de desinspiração (ou... 'desentusiasmo'?...) são inevitáveis e mais ou menos cíclicos, acho, pelo menos comigo. A ideia de carácter faz todo o sentido e está mais do que presente no teu trabalho. Tantas e tantas vezes a fotografia de concerto cai nos mesmos lugares-comuns (é natural, dadas as restrições de tempo e espaço que estão sempre presentes) e o que a salva e torna interessante é isso, o carácter - o "mostrar os dentes". Ir mais fundo, não captar só a superfície. Acho que não tens esse problema, Vera 🙂
"Tento ser constante na minha partilha de fotografias e arrumada nos meus arquivos" - ando a pensar muito em arquivos ultimamente (recomecei a digitalizar negativos, ainda de 2003...) Estou a pensar alinhavar um post com o método que uso - talvez sirva como ponte para uma troca de ideias sobre outras formas de arquivar e organizar. É um lado menos visível e glamoroso da fotografia, mas tão importante...
Finalmente - Sacha Lecca, bela recomendação!!
acho que continuo entusiasmada comigo.
queria era sentir mais entusiasmo pelo mundo! ahhahaah!
tenho visto os teus apontamentos temáticos ao longo dos anos por aqui!
e sim, arquivo, organização, partilha, e o que pode ser esse arquivo sem que seja um sofrimento revê-lo… é mesmo um ASSUNTO. com a cena do digital a malta afunda-se em centenas (até milhares) de ficheiros nos quais não tocam. e digo ficheiros porque é isso.. se não olhas para eles, se não passam do cartão-computador-biblioteca do lightroom ou outro software de eleição, nunca viram fotografias. :)
parece-me um óptimo tópico!!
lezzzz goooo 🤝
;)
Da próxima vez que estiver com a Francisca Cortesão diga-lhe por favor que há um campónio analfabeto que a admira muito. Se isto não for motivo para um artista continuar a trabalhar, não sei o que será...
Mensagem enviada caro leitor!!! :)
❤️